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Manifesto SP: We are young



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Segunda-feira parti as dez da manhã em direção ao centro do Parque da Água Branca. Nunca tinha ido lá antes, e achei lindo, assim como é todo o parque que figura como um refúgio em qualquer grande metrópole, só que com o adicional de que esse abriga o maior número de galinhas, galos e patos vivendo em harmonia com gatos e um aquário a céu aberto, cheio de carpas. Foi ótimo começar a semana me perdendo dentro do parque e ficando sozinha com as árvores e os animais, mesmo que eu tenha me atrasado um pouco para o evento que eu estava procurando.

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Bem, eu fui no parque porque era lá onde estava rolando o Manifesto SP,  uma edição do evento engajador do IdeaFixa, junto com o pessoa da Eiffel. Recebi o convite a partir de um foward de um colega de trabalho, e eu jurava que era um evento com caráter corporativo, para discutir mídias sociais. Ledo engano.
O evento juntou pessoas como eu, para falar de vidas como a minha. Fazia muito tempo que eu vinha evitando contar para as pessoas sobre minha trajetória profissional e de vida  porque eu achava muito maçante. Não é que a minha vida não seja divertida, bem pelo contrário, ela é movimentada e cheia de reviravoltas, e está sempre andando de mãos dadas com a minha carreira. Nunca separei muito o profissional do pessoal na esfera que tange “trabalhar com coisas que acredito”. Afinal. não dizem que tempo é dinheiro? E o meu tempo é muito precioso para eu gastar em algo que eu não gosto. Por isso, tenho um orgulho enorme de afirmar que sempre procuro trabalhar com coisas que eu acredito e amo. Ainda assim parece um pouco “mala” ficar fazendo fita e contando sobre sua carreira, pronunciando inúmeros “eu acho”, “eu fiz”, “eu decidi”, “eu quis”, “eu fui”. Mas para quê tanto desconforto? Nós vivemos nosso ‘eu’ o tempo inteiro, se não fosse por isso, eu duvido que os atrológos fizessem tanto sucesso, afinal, o que todo mundo quer no final é falar e ouvir um pouquinho sobre si mesmo. E não é fantástico quando todos esses “eu’s” se encontram e percebem que querem uma coisa em comum? Esse ‘eu’, no ambiente de agência e pessoas tão de bem com a vida, frequentemente se torna um NÓS. E foi isso que eu senti no Manifesto.
Então eu estava lá no evento, que contava com figurinhas conhecidas da área de Social Media, como a Bia Granja, a Lalai e o Guima, e fiquei ouvindo essas pessoas contando coisas fantásticas – e tão parecidas com o que acontece comigo. Me senti ótima. Foi um choque e ao mesmo tempo uma grata surpresa, olhar para frente e ver pessoas que são referência na minha área, contando histórias muito parecidas, e percebendo que seus medos e anseios são praticamente os mesmos meus. Uma experiência reconfortante.
Tudo me fez pensar que estamos em um tempo ótimo para gastar nossa energia em coisas que valem a pena. Social Media, Mídias Sociais, Brand Content, Community Management… são coisas tão novas e tão vanguardistas, e são tipos de trabalho que permitem a você ter mobilidade, flexibilidade, e conforto. Ao mesmo tempo é um trabalho que faz você atingir (e mesmo ter o poder de interferir até certo ponto) no dia a dia das pessoas das formas mais inusitadas. É muito bom ver que esses profissionais são justamente os que estão pegando carona na cultura do DIY e do “trabalhar por prazer”. É impressionante ver como pessoas dessa geração, na base dos 20 aos 40 anos, estão investindo sua energia em coisas que fazem sentido, sem abrir mão de uma vida confortável. Isso é fantástico.

Uma das coisas que ficaram muito salientes para quem estava assistindo ao Manifesto – que já rolou antes em Campinas, e possivelmente em outros lugares também – era que absolutamente todo mundo que estava participando tinha mais de uma atividade que tomava seu tempo e sua energia, e nem sempre todas essas atividades eram rentáveis. A época que estamos vivendo poderia ser resumida a frase “why not?”. Se você tem vontade de fazer algo, não espere o especialista surgir: aprenda e faça você mesmo. Os punks nos diziam isso anos atrás, mas ninguém prestava atenção. Hoje, parece natural. O mundo está evoluindo, e é muito bom estar no meio desse progresso, vendo tudo de perto.




Eu acho que no fundo é uma questão de se manter sempre jovem.

perfil no listography

Listography

perfil no listography

Uma estrutura de usabilidade simples, um design tosco, features que funcionam, formatacão de wiki e voilà: temos um misto de rede social e painel de curadoria que funciona muito bem. É o Listography, site criado em 2007 – mas com visual de 2001 – que me conquistou exatamente pela simplicidade visual. Lá você pode criar listas, ponto. É como se fosse um pinterest só que em texto, sem os painíes/albúns.

Rede social

No listography todo mundo tem sua página, onde podem ser adicionadas listas novas a todo o momento, ou pode-se acompanhar a edição das listas das pessoas. Na parte da esquerda, na página de listas do usuário, aparece o status das suas listas – ongoing, main, archive… – e os usuários favoritos da pessoa. É absurdamente simples entender como funciona.

Personalização

Essa rede me conquistou pela simplicidade, não canso de dizer. Não é como um myspace ou um blog, de alta customização, tampouco se assemelha a um facebook. Nessa parte, o listography está mais para twitter mesmo, pois permite que você customize, basicamente, seu background e sua foto de perfil. Depois você pode escolher a cor do background das suas listas, numa paleta de tons pasteis bem hispter, e se quiser pode adicionar uma imagem no canto superior direito da lista, para dar um ar da graça e dinamizar a visualização.

Formatação de wiki

Poucas pessoas conhecem esse tipo de formatação (eu preciso fazer um post mais detalhado sobre ela) e eu acho lamentável, já que é um dos modos mais inteligentes de escrever para web que existem. No listography, quando você vai escrever uma lista, você escreve mais ou menos assim:

* primeiro item
  * um subitem
  * outro subitem
* __um negrito inteligente__ para você entender como funciona
* segundo item
*- terceiro item riscado em cima

E daí, depois de publicado, sua lista fica com essa aparência:

  • primeiro item
    • um subitem
    • outro subitem
  • um negrito inteligente para você entender como funciona
  • segundo item
  • terceiro item riscadoo em cima

O primeiro exemplo é o modo como você digita a lista, e o segundo é o modo como ela aparece depois. Para exemplificar a simplicidade que é usar essa formatação, preste atenção que quando você usa ferramentas de blog, normalmente quando vai editar html na mão, você tem que digitar <b> e </b> para indicar um negrito. Com formatação de wiki, você faz isso com atalhos mais simples, onde você não precisa tirar a mão do teclado ou diigtar muito. Isso é muito bom para quando você está escrevendo um conteúdo muito longo, otimiza o tempo.

Uso

O listography não funciona para coisas rotineiras, como lista de supermercado – para isso acho legal usar um bloco de notas no smartphone mesmo, ou um bloquinho de papel. As listas lá tem um caráter de registro, como coisas que você quer guardar mesmo, tipo os documentários que pretende assistir naquele ano, a lista de objetivos profissionais que atingiu no ano anterior, ou mesmo um wishlist de produtos que você deseja adquirir nos próximos meses. O legal da lista de favoritos é acompanhar pessoas que tenham um perfil próximo ao seu e prestar atenção na evolução das listas delas, como modo de pegar sugestões para coisas que sejam do seu interesse também.
O mais interessante no quesito design é que lá você não vê botões ou ícones, e sim links. Links, o tempo inteiro, em toda a parte. É a web no seu mais puro estado, na melhor validação que o w3c poderia dar. Achei fantástico. Isso torna o site MUITO oldschool, e ao mesmo tempo moderno – visto que até app para iOS ele tem (só falta uma versão maneira para Android e Firefox OS).

Dica: No menu principal, no lado direito, tem um link chamado “someone new” que quando clicado leva você para um página de um uusário qualquer, aleatoriamente.

Livro do litography

Retirado desse artigo.

Eu li por aí que existem livros do Listography, baseados em coisas que os usuários postam. Não entendi muito bem como funciona a seleção, mas as artes dos livros são bem bonitonas.

Fica a dica aí, galera! E se quiserem acompanhar, esse aqui é o meu perfil por lá.

decorders 2012

FISL 13

Semana passada estive em Porto Alegre, participando do Fórum Internacional do Software Livre (13° edição) – um evento que vou desde 2006.

Esse ano participei do desafio Decorders, da W3C Brasil, e conquistei terceiro lugar na premiação, junto com meu parceiro  Murilo Prestes, com a api da aplicação Compras Públicas RS – que ainda está em desenvolvimento. Foi a primeira vez que participei de um desafio desses, e agora fiquei na expectativa de participar de muitos outros. Alem disso, dei uma passada no HackDay da Mozilla – onde sou voluntária – para dar uma força para a galera que está começando a codar para o Mozilla Marketplace (na verdade, eu mesma preciso tomar vergonha na cara e criar meus repositórios lá).

Todos os anos eu assisto dezenas de palestras e oficinas no FISL, mas esse ano me reservei para fazer um networking e me concentrar no código de apps. Acabei assitindo a palestra sobre Canvas+SVG+Html5 do Zenno Rocha, uma palestra muito infeliz sobre Facebook, e outra sobre os desafios de desenvolver para o FreeCAD.  Senti falta de ir nas atividades relacionadas a redes de computadores e desenvolvimento para kernel, que sempre vou apesar de não trabalhar com nenhum dos dois – a despeito de ter estudado muito Iptables na época do técnico em redes.

Foi legal ver que a participação de mulheres tem aumentado com o passar dos anos, e que elas deixaram de se focar na contribuição com traduções e testes de usuário apenas. Elas estão codando!

Vou falar mais sobre isso em posts próximos. Por ora, o trabalho acumulado da semana me chama.

Para saber mais sobre o Deoders e como fucinonou:

O DECODERS-RS é uma competição entre times pelo melhor aplicativo para disponibilização de serviços públicos aos ciadadãos. Os aplicativos foram desenvolvidos a partir dos dados abertos disponíveis no catálogo do portal de Acesso a Informação do Estado.

O concurso foi realizado pelo Governo do Estado, através da Subchefia de Ética, Controle Público e Transparência da Casa Civil, da Secretaria Geral de Governo e da Procergs, em parceria com o W3C Brasil.

Fonte – Gabinete Digital

wordpress-3-4

Bug na atualização do WordPress para 3.4 – Pluggable

Geral encontra um bug de carregamento incorreto de header depois da atualização do WP para a 3.4. Esse problema vem em forma de aviso sobre o arquivo plugabble.php ou login.php. Dependendo do histórico do site, existem diferentes causas para que esse problema ocorra.

Confesso que a primeira resolução que encontrei para resolver o assunto foi baixar o wordpress inteiro na versão 3.4 e atualizar tudo no FTP (menos o arquivo wp-config.php, claro). Chamo isso de “resolver à força”, mas na verdade isso é o mesmo que ignorar o problema jogando tudo fora e renovando – tipo como na época que eu usava Windows e toda vez que a máquina ficava muito lenta, eu formatava e instalava tudo de novo. A sensação de #fail é a mesma. Temos um problema? Vamos resolvê-lo.

Procurei mais a fundo na internet e achei poucos tutoriais em português para resolver esse problema, tem muito mais material em inglês. Abaixo estou listando os problemas que podem causar esse bug e como resolvê-lo:

Codificação UTF-8 em php

Seu arquivo php pode estar com caracteres esquisitos no código, sem o leitor utf-8 para colocar os caracteres e espaços corretos na leitura do arquivo. Sabe quando a gente cria um html com texto que tem acento e ele aparece com um sinal de interrrogação no lugar da letra acentuada? Então, é isso. No caso do WordPress esse problema muitas vezes acontece principalmente com quem não está rodando o WP em Windows (ainda bem, né?).

“Através de algumas pesquisas no Google, descobri que esses caracteres são uma espécie de assinatura do Unicode, chamada BOM, que é onde quero chegar e a solução de todos os nossos problemas envolvendo UTF-8 e PHP.
De acordo com esta página, a BOM consiste numa sequencia de caracteres no início dos dados recebidos pelo navegador/agente, a qual define a ordem dos bytes e a forma de codificação. Segundo a mesma página, não é necessário utilizar a BOM quando se estiver codificando em UTF-8, afinal ele é mais indicado para UTF-16 e UTF-32. O UTF-8 pode ou não usar BOM. No nosso caso, para resolver esse problema com o PHP, devemos programar em arquivos UTF-8 sem BOM. Como fazer isso?
Bom, o Quanta, pelo que eu sei, já faz esse tipo de conversão automaticamente. Desde que migrei para o Ubuntu, só tenho utilizado ele e não tenho tido problemas com codificação de caracteres. Se você utiliza o Windows, recomendo um ótimo editor que eu utilizava quando desenvolvia no Windows: o Notepad++. ”

Ou seja, abra seu código para edição em IDEs de edição de código de verdade, e não no bloco de notas.

Fonte: Problemas com a codificação UTF-8 em PHP

Retornar para um theme nativo

Uma coisa que resolve é deletar, via FTP, o theme que você usa. Assim o wordpress retorna usando um theme nativo (o TwentyTen ou TwentyEleven) – claro que, sempre salvando a pasta do seu theme atual antes, para não perder os arquivos. Depois você pode corrigir qualquer bug no seu theme, relativo a alguma tag php que não tenha sido fechada.
Sim, parece idiota, mas muitas vezes o bug da atualização, relacionado com o pluggable.php tem a ver com tags php abertas no theme.

Fonte: Header Warning pluggable.php

Atualizar a versão do php do seu site

O wordpress 3.4 trabalha com o php5. Verfique se a sua hospedagem está com o php atualizado. Para ver isso, basta criar um arquivo chamado php.info, colocar na raiz da pasta www, contendo o seguinte código:

<?php

phpinfo(); 

?>

Depois você acessa o arquivo através do navegador e ele deve apresentar a versão do php. Para atualizar, caso a versão seja anterior, basta abrir um chamado no seu painel de controle da hospedagem e verificar como funciona para fazer essa solicitação.

Fonte: Error Messaages e Como saber a versão php sa sua hospedagem

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Existem outros problemas e bugs relacionados com essa atualização de versão. Os mais comuns estão listados no HellboundBloggers, e você pode consultar usando o google translator, caso você não saiba inglês.

 

lol

Onde estão as desenvolvedoras?

Fazendo uma compilação de listas de rss que mantenho no Google Reader, notei que a maioria dos sites e blogs de desenvolvedores pertencem a homens. E a despeito das circunstâncias, notei que o meu exemplo ídala de web developer é uma garota grega, a Lea Verou, que faz trabalhos experimentais fantásticos com css.
Porém, de blogs em português, lembrei apenas da Loiane, que faz um trabalho pesado em torno de ExtJS – que infelizmente é uma tecnologia que só tive a oportunidade de trabalhar uma vez na vida, e como tester, não desenvolvedora. JavaScript nem é meu forte, confesso que preciso estudar muito mais frameworks diferentes e botar mais a mão na massa.  Dos portais de front-end bons, eu lembro do Tableless, e olha lá.

Então, estou abrindo para o povo aqui: ONDE ESTÃO AS DESENVOLVEDORAS?

Deixem os links de quem vocês conhecem aqui nos comentários. Quero fazer um post mostrando o trabalho delas.

 

 

01ho

E quando a vida de freelancer não funciona?

Tive a experiência de trabalhar somente com freelas durante um tempo. Sem chefe, sem ponto, sem explicações. Era ótimo. Fazia meu próprio horário e podia trabalhar de qualquer lugar que eu quisesse, desde que tivesse wifi. Mas a vida não foi sempre essa maravilha, e por mais tentador que pareça trabalhar assim, dono do seu próprio nariz, nem tudo é bom. Já dizia um velho filósofo, com grandes poderes vem grandes responsabilidades.

Depois de seis meses, voltei para o escritório. Por duas razões: falta de contato com pessoas, e instabilidade financeira. É, um mês havia dinheiro, no outro nem tanto, e o aluguel vencia sempre na mesma data e era sempre o mesmo valor. Tive que tomar coragem de enfrentar uma verdade: eu não estava pronta para assumir a administração do fluxo de caixa da minha própria empresa. Era um fato, não tive como negar. Juntei meus trabalhos, currículo e voltei a fazer entrevistas – estava no mercado tradicional novamente.

Continuo apreciando o trabalho no modo homeoffice e freelancer, mas eis algns mitos que eu leio por aí e não funcionam para todo mundo.

1 – Vista-se como se estivesse indo para empresa

Bullshit! Para quê trabalhar em casa se não vai ficar andando de pijamas para lá e para cá o dia inteiro? Essa a parte mais legal do homeoffice. Acho que as pessoas dão essa dica da roupa para a galera não ir na tendência a passar o dia na cama, ao invés de trabalhar. Mas aí vai a maturidade de cada um ao encarar o trabalho, não é mesmo? Se a pessoa leva seu trabalho a sério, não é um pijama e um par de pantufas que vão fazer ela deixar de entregar os jobs.
Uma boa alternativa para não ficar trancado em casa o tempo todo é frequentar hubs – espaços de coworking – de tempos em tempos. Lá você encontra muitas pessoas em regime de homeoffice, fugindo da solidão de casa e trocando cartões. Outra opção é procurar cafés, bares e restaurantes que disponibilizem wifi. Você pode ficar conectado desses lugares, usufruindo da variedade que seu novo modo de trabalhar permite.
Trabalhando de lugares diferentes você não vai  ficar dentro de pijamas em pantufas o tempo inteiro.

2 – Separe as atividades domésticas do espaço de trabalho

Aí depende de cada profissional. No meu caso, eu costumava cozinhar em casa quase todos os dias. E tinha o hábito de deixar as coisas cozinhando, levar o notebook para a cozinha, e ficar respondendo emails e fechando planilhas enquanto o almoço não ficava pronto. Brincava com os bichos de estimação que ficavam no meu colo enquanto eu digitava na sala, e dependendo da atividade – se não exigisse muita atenção e fosse só um trabalho mais repetitivo ou braçal – eu conversava com a minha roomatte da época (que também era homeofficer).
Fica a dica de quem nem sempre você precisa ficar separando uma atividade da outra religiosamente. Aproveite que você está mais próximo da sua família, da sua casa, e conviva mais com eles.

3 – Faça do seu trabalho sempre diversão

Essa é uma das maiores falácias – e não vale só para o freela. Se trabalho fosse diversão, não seria trabalho. Claro que no meu caso, eu trabalho com o que eu gosto. E sim, eu me divirto trabalhando. Mas se fosse diversão o tempo inteiro, eu nunca falaria com o cliente; eu nunca teria que corrigir bugs; etc. Então, não vá virar freelancer achando que tudo é sempre perfeito e um parque de diversões. Não é. Arrisco dizer que é até mais penoso, porque você é sua própria secretária, sua própria contadora, sua própria gerente – este último é o pior cargo.O pior chefe que você vai ter na vida será você mesmo. Antes de começar a freelar, esteja consciente de que você é o único responsável pelo seu horário, suas entregas e sua qualidade. Isso nunca vai ser sempre diversão.

 

Links sobre o assunto

Homeoffice não funciona para todos

Como melhorar seu escritório doméstico

Vidinha de homeoffice

Hubs

São Paulo

Brain4Ideas

The Point

Porto Alegre

Nós

Belo Horizonte

CWK

Curitiba

Aldeia

Procure um na sua cidade, usando o Google.

Sites de/para desenvolvedores freelancers

Escola Freelancer

Prolancer

http://www.cwk.com.br/

W3C

Validador de código da W3C

Em breve pretendo discutir a importância de criar códigos válidos em websites. Não só pela questão da acessibilidade – a população deficiente representa de 8 a 10% das pessoas no mundo, para mim isso já é motivo suficiente para me preocupar com a questão -, mas porque os computadores ainda não são de última geração em todas as partes do mundo. Logo, não são todas as máquinas que estão aptas a rodar a última versão dos navegadores mais comuns. É legal seguir as definições da W3C para garantir que todas as pessoas com acesso à internet conseguirão acessar seu conteúdo.

Por isso, para validar o código é muito importante. Mas como saber se o nosso site está dentro dos padrões?

Simples. A W3C criou um validador em que você coloca a url do site e ele retorna com um relatório completo de todas as incompatibilidades, erros de sintaxe, etc, que tiverem em seu site.

Acesse o W3C Markup Validator e verifique  todos os seus sites. Seus clientes, e o mundo, agradecem.

(Para saber mais sobre web stantards, acesse o artigo ótimo de Karl Dubost, traduzido pelo Maujor).

studio3

Ferramentas de desenvolvimento web

… Ou como ser um webdesigner usando apenas ferramentas livres ou open source. :)

gimpDesde a época do ensino médio – ou do colegial, como dizem aqui em São Paulo – eu trabalho com html e css. Depois veio a lógica de programação quando eu estudava  infraestrutura (e fiz o técnico em Redes de Computadores), veio o PHP, e a manipulação do MySQL, e enfim a chegada do javascript, que já salvou a pátria de muita gente. Nesses mais de sete anos brincando de desenvolver na web (e trabalhando também!) eu usei muitas e muitas ferramentas de desenvolvimento. Li muitas revistas e livros que indicavam sistemas de controle e softwares para executar as tarefas que eu precisava. Hoje em dia já fiz minhas escolhas e tenho um excelente time de recursos tecnológicos que possibilitam a realização do meu trabalho com profissionalismo, agilidade e maestria.

Claro que sempre estarei aberta a testar novas ferramentas – assim como faço com hospedagens web -, mas atualmente tenho usado as que vou listar abaixo. E o melhor de tudo: são todas livres.

Google Web Fonts

Link

google web fonts

Uma gama de fontes disponíveis para download e uso, todas open source. É excelente porque permite que a gente vá selecionando as fontes que mais gostamos e adicionando-as a uma biblioteca que podemos baixar em forma de .zip depois. A forma de visualização das fontes juntas também é muito boa, funciona para ver se elas combinam.

Aptana Studio

Link

Uma alternativa ao Dreamweaver e ao Eclipse. É uma IDE bem completa para desenvolvimento web, e completamente aberta. Como não constumo sincronizar a IDE com o FTP, não sei como o software é nesse quesito, mas as bibliotecas e a identação nunca me deram problemas. Adoro o visual, mas acho bem mais legal que o DW e o Eclipse.

aptana studio 3

Bluefish

Link

bluefish html ditor

Outra IDE que eu uso às vezes no Ubuntu. É boa para HTML, mas deixa a desejar no CSS e PHP. Normalmente abro essa quando preciso fazer uma alteração pequena e não quero perder tempo até o Aptana carregar (não que ele demore, mas o Bluefish é menor e leva dois terços de tempo a menos).

Google Drawing

Link

Uso para fazer wireframes. Existem muitos programas de fazer wire e sitemaps, mas confesso que os pagos são mais fáceis e mais bonitos; dos programas free que eu encontrei, sempre tive um pouco de dificuldade, a curva de aprendizado é bem grande. Mas o Drawing, do GoogleDocs, resolveu minha aflição. Ele é instintivo e muito fácil de usar, e o melhor: roda no navegador, não precisamos instalá-lo, e temos acesso aos nossos projetos de qualquer lugar com acesso a internet.

E ainda dá para salvar SVG!

Gitorius

Link

Ferramenta ótima para quem desenvolve com código aberto. Você pode fazer cadastro e manter seus códigos atualizados, contribuir com projetos de outras pessoas, e de quebra faz bonito ao apresentar seu perfil lá ao lado do portfólio.
Eu confesso que não uso tanto quanto deveria, mas a promessa para o próximo semestre e fazer bom uso das ferramentas de git da vida.

Gimp

Link

Uma alternativa ao pacote da Adobe. Para quem não gosta do visual do gimp, tem o Gimpshop, que imita o Photoshop. Existem ainda pacotes para ‘unir’ as janelas – já que a maior reclamação que escuto por aí é que o gimp tem as ferramentas soltas pela tela e isso aumenta a curva de aprendizado.

O Gimp é ótimo, consigo fazer tudo com ele. Quando baixei ele veio meio ‘pelado’, sem muitos recursos, mas depois fui baixando as ferramentas que precisava e deu tudo certo. Recomendo demais.

PleaseNotifify.me

Link

Update: temporariamente fora do ar. :(

Para quem trabalha sozinho, é meio frustrante usar um gerenciador de projetos só para si. Então esse site veio para salvar a pátria. Acho mais fácil de usar do que o Google Agenda, porque é mais rápido. Você cria uma tarefa para si mesmo e envia por email, indicando o prazo de conclusão. Não tem onde você colocar a prioridade da tarefa, mas acho que é um controle legal para quem trabalha solo.

 

Enfim, essa listinha básica pode ser o start de quem está começando, ou quem está procurando se organizar mais.

Façam bom proveito.

 

Web, code, hack, open source e café.